quinta-feira, 22 de abril de 2010

Tenho saudades


Tenho saudades tuas, tenho saudades de tudo o que nos rodeava, tenho saudades de como me sentia, sempre envergonhada e muito sorridente.
Quero voltar a ver os teus olhos, os teus lábios, a sentir a textura da tua pele, e a calor dos teus abraços, quero continuar a rir-me timidamente das tuas asneiras e das tuas palermices, quero ver o teu ser.
Quero sentir-te, provar a mim mesma que não morres-te, que ainda continuas dentro dos meus pensamentos a toda a hora, dizer-me que nunca foste um sonho, que és real…
Quero dizer que te adoro!

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Tu!


O teu nome paira na minha cabeça “ Tu, tu, tu …”
Não me deixas um único segundo, um único momento.
Ainda sinto o cheiro dos teus cabelos, da tua pele.
Sonhos constantes contigo, e os pesadelos horríveis que quando tu vens te tornas o herói
Ele salvando-me de todos os perigos, proteges-me dos vilões e dos males que me perseguem.
Tu, aquela figura linda e simples, com um olhar apaixonante e querido.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

odeio por que te amo


Não sei o que fazer, adoro-te mas digo que te odeio, não me quero magoar, tal como não te quero magoar a ti.
Fico a olhar as tuas fotos e mesmo assim fico nervosa, só de pensar em ti fico agitada, porque não quero pensar em ti quero antes esquecer-te.
Quando sinto a tua presença fico envergonhada, corada e feliz, Meu Deus porque é que tem de ser assim, porque é que me apaixonei por ti, logo por ti, e nem sei porque digo isto, pois és um rapas normal como tantos outros, para umas pessoas, mas para mim és aquele, aquele que me prendeu no primeiro olhar, aquele que me faz perder as palavras quando o vejo, aquele que nem um toque lhe consigo dar.
Odeio-te porque me apaixonei por ti se dar conta do que se passava, odeio-te por que és simples (e eu gosto de ti assim), odeio-te porque te enquadras perfeitamente no meu perfile de rapaz, aquele que é totalmente o meu oposto.
Odeio-te por que te amo.

quarta-feira, 24 de março de 2010

Nos meus sonhos…


Acaricias os meus longos cabelos, e sussurras-me ao ouvido frases carinhosas, tocas-me na face singelamente, acarinhando-a com a tua pele macia.
Cabelos louros como o dos anjos tocam-te rosto tornado mais prefeita a tua definição.
Adoro os teus lábios, a maneira como sorris, os teus simples olhos castanhos, a tua maneira de ser, adoro a tua timidez, e os teus olhares que me mandas e julgas ser discretos.
Não sei se estarei a sonhar ou será real.
Os teus amigos puxam-me para junto de ti dizendo para te dar mais uma carícia, hesito, pois tenho medo. Os meus amigos encorajam-te para me dares outro beijo na face. Será que teremos sempre audiência a espreitar para tudo o que dizemos, o que fazemos, ou mesmo comentadores na primeira bancada a relatar cada olhar tocado entre nós, espero que isso não dure para sempre.

sexta-feira, 12 de março de 2010

Porque agora


Tinha de ser agora? Porque?
Agora que descobri o que sinto por ti ausentar-se.
Não quero perder de vista os teus cabelos louros, esses que me cativaram. Porque é que eu não sou capaz de te dizer nada, de não conseguir gesticular uma única palavra tenho medo como possas reagir, já tenho saudades tuas e nem se quer te foste embora.
Não quero derramar uma única lágrima por ti, o sentimento que me assola já é bastante tenebroso tenho medo do que pode vir a acontecer. Por favor tira-me deste pesadelo, deste beco escuro e sombrio.
Não quero que vás embora para longe será que nunca mais te vou ver?
Quero-me continuar a rir com as tuas expressões ou com os teus tímidos sorrisos, não quero ficar sem ver os teus olhos.
Não quero que aquele sol radioso que apareceu á tão pouco tempo por entre as nuvens cinzentas.
Por favor fica a olhar a lua comigo!

quinta-feira, 4 de março de 2010

um pedido de desculpas!

Mordisco o lábio e bato o pé ansiosa pela tua resposta. Tenho medo do que possas dizer, como possas reagir.
Adorei o que me disse-te, ficou no pensamento, lembrando cada palavra.
Espero que não tenhas ficado magoado. até a proxima.

In love (again)


Outra vez não... não me quero apaixonar outra vez, não quero viver aquilo que vivi outrora.
O teu sorriso chama-me como me tivesses atado uma corda á minha cintura.
A ilusão assombra-me a cabeça como uma nuvem que me andasse a seguir para todo o lado
A inspiração fala quando te tenho por perto, a minha respiração ofegante, o meu batimento cardíaco acelera, as minhas bochechas ganham uma cor distinta que me fazem envergonhar.
Não sei que inventou a frase "amor não é aquilo que queremos sentir, mas sim aquilo que sentimos sem querer." Ou esta "não escolhe-mos por quem nos apaixonamos".
Mas só sei que estou farta de amar e deixar de amar, odiar e voltar a apaixonar.
Estou farta desse vai e vem que aterra no meu mando quando menos espero.
Espero que não seja como dantes foi!