"Não sou da altura que me vêem, mas sim da altura que meus olhos podem ver." Fernando Pessoa
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
este nao é o meu mundo, tirem-me daqui...
as paredes so frias,nao há qualquer foco de luz como autrora vira,as nuvem caregadas e cinsentas assunbram-me, e segem-me para todo o lado,os truvoens começão-se a ouvir, estremeço de medo so de pensar que nao consigo encontrar um caminho que me tire deste citio.
de kalquer maneira este lugar parece-me familiar, é o mesmo luar, a mesma briza, as mesmas estrelas... é um lugar antes visitado, que eu propria auto-destrui, turmou-se um beko escuro onde grad tudos os meus medos, e recurdações obescuras.
kero sair do proprio beko que construi, quero voltar a ver a minha lua brilhante, quero um conselho da minha estrela B.pular. espero que recebas os meus sinais de fumo...
sábado, 9 de janeiro de 2010
O teu veneno

Não aguento sofrer mais, asfixias-me com as tuas brincadeiras, e nem se quer compreendes o que faço.
Tento fazer-me de forte e persistente, mas há alturas em que me apetece dizer tudo,mas não consigo fico perplexa sem saber o que fazer, o que eu de dizer.
Apetece-me gritar e a minha voz enrouquece,
Apetece-me chorar e as minhas lágrimas secam,
Quero dizer o que me fazes sentir, mas a minha boca fecha-se,
Quero expressar-me e não consigo.
Não consegues parar com algumas brincadeiras que tens são exageradas, brincas como se fosses uma criança e dizes-me coisas sem pensar e muito de brincadeira, reajo sempre com uma cara alegre ou irónica, para não dares conta que me feres os sentimentos.
Não sei se eu de demonstrar como fico, pois uma vez fiz isso para veres como estava mal por dentro, toda a gente me deu a mão e tu, tu foste o único que gozas-te com aquilo quer estava a sentir.
Eras tu naquele momento que mais precisava das palavras meigas que dizes a outras e das brincadeiras mal-humoradas que tens comigo. Entro no esquema para não dizeres que estou mal-humorada ou que nem consigo brincar, mas passo o meu dia todo a rir e a brincar decentemente, e sei quando devo parar, quando alguém demonstra que não está a gostar do que estou a fazer, mas tu, ser, não paras e quando reparas que eu não gosto fazes pior e ainda gozas com a minha cara.
Não percebo como és um ser tão desprezível e tens tantas pessoas ao pé de ti. Não sei se ainda não deram contas daquilo que tu és.
E quando te dei a provar um pouco do teu veneno, reagiste como eu reagi no meu íntimo, lá dentro estava preocupada, mas cá fora ria como fazes, fizeste aquilo que menos esperava.
O tempo passa e a tua atitude é igual, não muda, é sempre a mesma.
Sei que te conheço á bem pouco tempo, mas esse pouco tempo chegou para ver quem tu és realmente.
Magoaste-me muito, agora vai tudo mudar. Quando te aproximares as brincadeiras vão parar, o meu tom de voz contigo não vai ser meigo como outrora, espero que te sirva de lição para a próxima pessoa que ferires.
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Amor é...
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Perdida
Fixo e abro os olhos procurando alguém que me ajude.
O cabelo tate na cara e o vento forte leva algumas das esperanças que tenho.
Oiço os trovões, o anúncio da tempestade, a chuva começa a cair como se não chovesse a séculos, grito o mais que posso, corro escondo-me do que me quer fazer mal.
O meu mundo parece-me diferente, os caminhos estão alagados e lamacentos, não sei para onde ir, é como se tivesse acabado de chegar e não o oposto.
O céu contínua fechado, cinzento e nublado não consigo ver a minha estrela polar, não me consigo guiar. Não sei se ela desistiu de me ajudar em dias como aqueles em que tudo parece escuro.
Tal este seja um daqueles caminhos em que tenha de percorrer sozinha.
A vida não é fácil como muitas pessoas pensão, e se assim for é mau porque não conseguem passar por cima dos obstáculos que lhe põem á frente.
terça-feira, 17 de novembro de 2009
My star!
Esta estrela de que vos vou falar é muito especial. Ajudou-me quando precisei, partilhou comigo alegrias e tristezas.
Esta estrela não é como as outras… é diferente… é especial.
Detesta ver-me sofrer,
Adora ajudar,
Não gosta de me ver esconder.
Uma das estrelas mais brilhantes no meu céu,
Está mesmo junto á minha Lua.
Mesmo que esteja a chover
Ela está lá.
Mesmo que a lua não esteja no céu
Ela permanece lá.
Mesmo que a lua brilhe mais do que alguma vez se viu,
Ela é capaz de ser mais brilhante do que a própria lua.
Mesmo que as nuvens tapem o sol,
Eu sei que ela continua lá.
Corajosa,
Destemida,
Carinhosa
E amiga,
É como a defino…
Adoro-te B.Star!
domingo, 1 de novembro de 2009
Deixar de gostar!

Não consigo deixar de gostar,
Não é fácil.
Não é fácil esquecer de algo que demorou tanto tempo a construir.
Algo que já amei…
Algo que já me fez sofrer,
Memos nos momentos me que estava mais desolada
Aguentei,
E quando pensei que estava tudo bem…
Vi o que menos desejava ver naquela altura…
Fiquei desolada…
Estou de rastos.
Não quero sofrer mais,
Por uma pessoa que não me vai ligar.
Não quero pensar mais,
Não quero ver mais.
Quero que ele se vá embora de uma vez.
Que sai da minha vida de uma vez por todas.
Fiquei magoada e ele nem sequer sabe.
Não sabe quantas lágrimas derramei,
Não sabe o quanto chorei,
Nem sequer sabe quanto a amei…
Estou chocada…
Todos me dizem para o esquecer,
Falar é fácil,
Mas faze-lo é mais complicado…
Na minha cabeça eu quero,
Mas o coração não deixa…
Será que o ditado é realmente verdade
“ O que tiver de ser que seja”?
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Porque amamos?
Porque amamos?
Para sofrer
Não consigo perceber…
Estou farta do meu mundo não ser ideal,
Tal como imaginei.
Nunca pensei…
Sofro só de pensar…
Que uma pessoa que amamos
Nos ire as constas quando mais estamos a precisar,
Coisa que nunca pensamos.
Porquê?
Sofremos desilusões,
E mentimos a nós mesmos
Só para não acreditar naquilo que vemos.
E quando não há volta a dar:
Não falamos
“Não” respiramos
Paramos de lutar
Paramos de amar.
Para quê correr, se vamos continuar a sofrer…
Para quê seguir, se nos vai continuar a perseguir…
Para quê parar, se nos vai voltar a assombrar…
Não consigo…
Não consigo resistir,
E ficar para lutar...
Não vale a pena iludir,
Eu sei o que estou a sentir…
Raiva…
E uma imensa dor…
Não quero mentiras,
E não consigo encontrar alegrias.
Não me quero meter em mais aventuras,
Não quero mais amarguras.
E na cabeça, com esta pergunta ficamos:
“ Porque amamos?...”
